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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Quando não há mais o q fazer


É muito fácil vir me dizer agora milhões de coisas fúteis e fazer outras mil promessas nas busca pela minha volta; confesso, acreditaria, caso já não tivesse acrditado tantas veses antes.



Assumir a culpa e colocar os fatos de modo que mostrem a mim mesma e ao mundo como vc me ama e sofre com a minha ausência tão cruel ao o seu amor, como a minha postura é egoísta e como eu possuo um milhão de novos defeitos - comumo se não fosse comum vc me julgar e condenar. Já me importei mais com isso!



Desntre tantas coisas que eu podia dizer prefiro apenas apontar que nada disso me parece novo e que incrivelmente VC NÃO ME CONHECE; me impressiona vc não saber quem eu sou e dizer que dentre milhões de defeitos um deles é EGO. Aceito todos, exceto esse. Caso vc não tenha percebido vc só não se humilhou MAIS porque eu não deixei, vc só não passou vergonha na frente dos seus amigos pq eu não deixei... e caso vc não saiba o motivo porquê eu fiz isso eu te conto - já que tudo pra vc tem q ter legenda - por AMOR, só isso, simplismente isso; não por merecimento ou pena, não por nada além de Amor.



Concluo, ainda faltando muito a dizer, que quando a gente passa pela vida sem aprender nada, sem capacidade pra, no futuro, reconhecer qualquer coisa que seja, tudo vira Tempo perdido, pena que vc perdeu seu tempo, pq eu aprendi a NÃO REPETIR O MESMO ERRO.



Caio: Volta pra mim?
Amanda: Não. Já acreditei muito na gente, não acredito mais.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Tudo azul, todo mundo nú...


"Dias de paz, dias a mais, dias que não deixaremos para trás"

Bom, estou feliz demais... não aconteceu nada de muito raro ou esquisito em minha vida, talvez por isso eu dê tanto valor a essa tal felicidade, ela me parece pura, uma FELICIDADE SINCERA.

Vejo meus amigos e fico feliz por tê-los, meu telefone toca e são tantos convites pra sair, e com tanta gente... até me perco. Olho para essa manhã cinza e tenho certeza que se Deus quiser vai clariar ou hoje ou amanhã; fico presa no engarrafamento atrasado pro trabalho ouvindo minhas mnúsicas e pensando em coisas maravilhosas, sentindo uma paz única dentro de mim, e quando chego ao meu destino... meu chefe ainda não havia chegado.

O universo conspira à favor de quem inspira a vida à favor dele.

Obrigada meu Deus por simplismente TUDOOO; obrigada pela minha família, por me atender em tudo, por cada segundo da minha vida, pela minha visão... cara... Fé é tudo! vlw

"a escolha na frente e a história na mão"

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

se perguntar o que é o amor pra mim...



"aqui tem muita água no nosso feijão, muita mandinga na minha oração, muita Maria e muito João, tem muita Rosa pelo quarteirão, muita riqueza que vc não tem mais não."

“o amor será sempre o desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.“


“A morte do amor é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta.”


“Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.”


“Não é meu coração que sente o amor. É a minha alma que o saboreia.[...] O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.”


“O amor, eu não conheço.”


“Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.”

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Por Danilo Gentilli

Se o Pateta transar com o Pluto será homossexualismo ou zoofilia?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ao Edmar com carinho

Não falo do amor romântico,
aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento.
Relações de dependência e submissão, paixões tristes.
Algumas pessoas confundem isso com amor.
Chamam de amor esse querer escravo,
e pensam que o amor é alguma coisa que pode ser definida,
explicada, entendida, julgada.
Pensam que o amor já estava pronto,
formatado, inteiro, antes de ser experimentado.
Mas é exatamente o oposto,
para mim,que o amor manifesta.
A virtude do amor é sua capacidade potencial de ser construído,
inventado e modificado.
O amor está em movimento eterno, em velocidade infinita.
O amor é um móbile.
Como fotografá-lo? Como percebê-lo?Como se deixar sê-lo?
E como impedir que a imagem sedentária e cansada do amor não nos domine?
Minha resposta?
O amor é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores,
o amor será sempre o desconhecido,
a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.
A imagem que eu tenho do amor é a de um ser em mutação.
O amor quer ser interferido,
quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando,
diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta.
Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos,
e nós preferimos o leito de um rio,
com início, meio e fim.
Não, não podemos subestimar o amor não podemos castrá-lo.
O amor não é orgânico.
Não é meu coração que sente o amor.
É a minha alma que o saboreia.
Não é no meu sangue que ele ferve.
O amor faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito.
Sua força se mistura com a minha
e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha.
Como uma aurora colorida e misteriosa,
como um crepúsculo inundo de beleza e despedida,
o amor grita seu silêncio e nos dá sua música.
Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor,
se estivermos também a devorá-lo.
O amor, eu não conheço.
E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo,
me aventurando ao seu encontro.
A vida só existe quando o amor a navega.
Morrer de amor é a substância de que a Vida é feita.
Ou melhor, só se Vive no amor.
E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.

somos mais do q nossos sofrimento. Ame sim
"qndo a gente ama brilha mais q o sol"

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Otimismo

Otimismo é aquele pedacinho da gente que tem visão além do alcance ou perda parial da mesma. Todo ser humano anseia pelo lado bom da vida, até mesmo os deprecivos só são deprecivos porque gostariam de ser felizes mas não conseguem ou não sabem que são capazes. De fato o otimismo move o mundo, o pessimismo não move nada e ambos movem o humor negro!

Estou hoje falando disso porque amanheceu um dia frio demais, e como se isso não fosse tudo, também estava nublado e chovendo; não imaginava ver aquele leve brilho ofuscante por entre as nuvens brancas e cinzas, mas quando vi tive certeza de que - se Deus quisesse - ia clarear... e clareou! O frio pode até não ter passado muito, mas certamente o sol deu uma aquecida no ambiente e na minha feliz satisfação de ver novamente aquele céu azul maravilhoso.

É interessante a maneira como convivemos com as estações, quando está frio ansiamos pelo calor e quando está calor (EU fico feliz) anseiam pelo frio; enquanto buscam um meio termo ou uma temperatura amena me satisfaço em dizer que DETESTO frio, mas ele pode ser ainda muito pior se o tempo ficar nublado. Era tão mais agradável antes do efeito estufa, verão era Rio 40 graus, primavera era na verdade 'primaverão', no outono até esfriava sem se perder o azul do céu e no inverno... é, não tínhamos inverno, era 'invernorão' ou 'inverão' (qualquer dessas palavras ridículas que descrevem bem deficiência do vocabulário nacional em expressar a realidade nacional).

Por mais que agora pela noite ainda chova, tudo bem, não há mal, embora preferisse estrelas no meu céu. Se bem que pode ser que não chova, acho que apenas escureceu cedo demais.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Achei no bolso...

Muitas coisas a gente acha sem nem perceber que havia perdido até que de repente... olha o q eu achei!? E lá está; algo que você considerava inestimável havia desaparecido por dias, talvez semanas - sabe-se lá quanto tempo, e você nem reparou. Nesse momento você se auto questiona como aquilo foi parar ali ou melhor, como você foi capaz de deixar aquilo se perder; como teria feito caso aquilo desaparecesse de vez e não mais fosse encontrado? São muitas perguntas, mas o fato é um só: - Você não deu falta da tal coisa inestimável, e esse fato leva a uma conclusão, aquilo não era tão importante quanto você supunha.

A vida é feita de momentos como esse, pequenos em suma mas que têm muito a dizer e ensinar. Quantas vezes destilamos importâncias variadas e criamos elos inquebráveis sem avaliar o quão essencial realmente são. Somos todos assim, com pessoas, com animais, creio que com tudo de um modo geral; temos por hábito pensar e agir assim sem esquecer de julgar negativamente que não o seja. Há quem crie muitos elos e que não os crie, um ou outro, tanto faz, certamente não acerta na medida; certamente nenhum de nós acertamos - o que também não é nenhuma novidade.

O que torna essa vida, na minha opinião, tão única e exclusiva são as nossas "desmedidas", desmedida maneira de amar, desmedida maneira de se apegar, desmedida maneira de torcer, desmedida maneira de ser. É importante buscar equilíbrio para tanto 'des' até mesmo para nos aproximarmos da serinidade individual e particular. Não deixaremos de ser quem somos e nem de cometer excessos unicamente porque sabemos que são excessos, mas é demasiado importante esse processo de exagero, reconhedimento e aceitação ou reinvenção.

Sendo os seres mutáveis que somos acabamos por não observar a parte que jamais se altera, a parte que, como dizia Ferreira Gullar:
"Uma parte de mim é permanente:
outra parte se sabe de repente"

Não há muito mais o que se dizer, apenas que não sabemos nada, ou talvez saibamos tudo, não sei, e quem sabe?

ps.: mas a guardanapo que eu achei no bolso da minha calça, com um telefone de um menino, escrito em lápis de olho marrom não me tem outra utilidade agora senão secar a barca d'água que meu copo deixou na estante; fim do que certamente um dia foi o papel mais importante da minha noite... que já nem mais sei quando foi!